Siga Orange no Twitter

     

     
     

     

     
     

    Não, Orange não morreu. É uma impossibilidade lógica. Pois Orange é um projeto coletivo de vida comum, uma opção de vida diferente, em combate constante à estupidez dominante, sonho que foi se construindo ao longo de mais de uma década por:

    Agatha Potter, Aguethus Albiliè, Alexandre Lima, Anack Su Namur, André Ferreira, André Pfeiffer André Russista, Anne Sourbonne, Aquilla Kanteen, Bruno Cesar Meirinho, Bruno Costa, Bruno Crasnek, Carlos Fraga, Cecilia Meza, César Romero, Ciriaco Ibsen, Daniel Mayer, Daniel Spencer Pioner , Danillo McLima, Dart Saulus, Davi Baccan, David Marcondes, Débhora R. Bizkit, Doutora Juliana, Eric Praline, Erich Leistenschneider, Esteban Maroto, Euber Reis, Fábio Beluga, Fábio Mayer, Fábio Trigo, Felipe Bizkit, Felipe Kafrouni, Fernando Zanetti, Filipe Oliveira, Francesc Savalls, Friedrich Engels, Gabriel de Payns Sha'ul, Gabriel Durand, Gaby Nutty, Getúlio Vargas Kubitschek Quadros, Guilherme de Orange, Guilherme Lenin , Guilherme Schneider, Hallah Hopper, Hugo Spielberg, Jean Tisserand, Jeniffer MacLeod, Joie deFrance Drapeau, Jorge von Dries Neer, José Luiz de Genova, Josias Caetano, Juliana Bizkit, Júlio Caimã, Kellyson Ferreira, Kharoliny Kaprinski, Kiso Colocat, Klaus Köen, Laurent D'Argent, Leandro Namem, Luciano VanFrigeri, Lúcio Costa Wright, Luis Henrique Bráz Nutty, Lukas Camargo Nutty, Marcel Carrijo, Marcella Costa, Marcelo Bizkit, Maria Eduarda Costa, Marina Melillo, Mary Bizkit, Mauro Gimeni, Maximus Roman, Mel Potter, Molly Bizkit, Nadja Kaprinsky, Nathália Luna Boyer, Nelson Biagio Junior, Nikolai Kiriliuk, Pasquê Knight, Patricia Trigo, Pedro von Sar Halliwell, Peter Lacklean , Peter MacLeod, Poema, Quintino Gomes, Rafael Prince, Rafael Roriz, Ramon Llatzer, Remus J Lupin, Renato Crash Override, Ricardo Barros, Roderic Savoy, Russel Nash, Samir Kafrouni, Sigfried Ainder, Thiago Mello, Thiago Rezende, Thomas A. Anderson, Thor Odinson Kramer, Tomás Santiago, Vinnie Warlock, Vitor Loyola, Whursell Strike Back, William Lancelot... e vários outros.

     
     

    É na memória, no coração e na vida dessas pessoas, e na das centenas de outros cidadãos que colaboraram e colaboram ativamente para a evolução contínua deste projeto peculiar, muito mais do que em qualquer lista ou governo, que Orange se faz bela, se faz grande, digna, inesquecível.

     
     

    Se você não sabe o que são micronações e o que é a República de Orange, clique no link FAQ à esquerda.

    © 2000 Fábio Polli Rodrigues - Mantido pelo Grupo Barman S/A