O
poder é exercido diretamente pelo povo que pode criar e revogar leis, por exemplo
e por seus representantes eleitos. O exercício indireto do poder está divido
entre Órgãos de Soberania, que são instituições separadas e interdependentes,
normalmente denominadas de poderes, na maioria dos países de língua
portuguesa. Os Órgãos de Soberania de Orange são o Parlamento, a Justiça, o Parquet
e o Secretário-Geral.
Parlamento
O Parlamento da República de Orange é o orgão responsável pelas funções legislativas, sendo
composto por todos os cidadãos que quiserem se manifestar, tendo todos igual
direito a voz e voto. Cabe também ao parlamento fiscalisar as atividades do
Secretário-Geral e do Gabinete de Governo, podendo a qualquer momento
removê-los do cargo.
Através de sua função legislativa, o Parlamento é o único Órgão de Soberania
autorizado a criar, modificar ou revogar as leis do país, determinando a constituição
que "ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer, senão em virtude de
lei". As leis editadas por este órgão são chamadas de Atos do Parlamento,
identificadas por um nome e pela data da promulgação, que é efetuada pelo
Secretário-Geral, na lista nacional de Orange (Chez Marianne).
O órgão também é conhecido pelo nome de "Conselho das Florestas", em alusão
ao antigo Poder Legislativo da época monárquica, sendo esta nomenclatura adotada pelo
Ato do Estatuto do Conselho das Florestas, de 09.03.02. O órgão está virtualmente
localizado na cidade de Lorraine-Orange, na Província de Pirraines Oriental, no Palácio
das Florestas.
O Secretário-Geral
O Secretário-Geral acumula funções de Chefe-de-Estado e
Chefe-de-Governo de Orange. Ele é responsável por governar o país, bem como representá-lo
no estrangeiro. O Secretário-Geral é eleito por um período
indeterminado pelo Parlamento, perdendo o cargo quando o Parlamento lhe
elege um sucessor, ou quando lhe for imposto um voto de censura.
Suas funções executivas são realizadas pelo Gabinete de
Governo, composto por secretarias, chefiadas pelo Secretário-Geral. Os
secretários (correspondentes a ministros) podem nomear subsecretários,
dentre os cidadãos de Orange, para ocuparem subsecretarias responsáveis por
assuntos mais específicos, como esportes e economia
O Secretário-Geral e seus gabinetes subordinados estão virtualmente instalados no edifício conhecido como
Casa Laranja, antiga residência monárquica, situado na capital Guillaumsbourg.
O atual Secretário-Geral
Interino é o Sr.
Esteban Maroto
Justiça
A função judiciária de Orange - não é utilizada a expressão "poder
judiciário" - é exercida pela Suprema Corte e suas cortes inferiores. A Suprema
Corte é composta por um colegiado de juízes concursados e tem competência originária
para alguns casos especiais, definidos na constituição, e competência recursal.
As cortes inferiores são responsáveis pelo julgamento em primeira instância, exceto nos
casos de jurisdição originária da Suprema Corte, e são presididas por juízes -
também concursados - que podem ou não fazer parte daquela corte superior.
A constituição define que nenhuma lesão ou ameaça de lesão a direito pode ser
excluída pela lei da apreciação da Justiça. Além disso, ninguém pode ser privado de
qualquer bem ou direito sem o devido processo legal. Desta forma, a Suprema Corte e suas
cortes inferiores firmam-se como órgãos imprescindíveis à manutenção da democracia,
da ordem constitucional e da paz social.
Qualquer pessoa é parte legítima para buscar a defesa de seus direitos perante a
Justiça, seja nacional ou estrangeiro, pessoa física ou jurídica, desde que para o caso
exista jurisdição da República de Orange.
O órgão localiza-se na capital Guillaumsbourg, podendo as cortes inferiores estar
sediadas em diferentes cidades.
Parquet
O Parquet é o Órgão de Soberania com função de defender a sociedade e o ordenamento
jurídico, com atribuições similares às do ministério público de alguns países, e a
chefia da polícia, como ocorre em alguns estados norte-americanos. Suas ações podem ser
praticadas diretamente - como no caso de investigações civis e criminais - ou perante a
Justiça.
O órgão é composto por promotores e chefiado por um Procurador-Geral, além do efetivo
da polícia. Dentre suas funções principais, destacam-se a investigação de crimes e
atentados, a promoção de ações públicas civis e penais e a argüição de
inconstitucionalidade. Enfim, todo tipo de provocação da Justiça para manutenção do
regime democrático, das instituições e em defesa da sociedade.
O Parquet é o órgão vigilante de todos os demais, observando a conformação de suas
disposições com o ordenamento vigente e, especialmente, com a constituição.
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